Manicure personaliza Kombi para fazer unhas em pontos fixos e faz sucesso

Onde ela passa, chama atenção. Arrumada, colorida, cheia de acessórios e, acredite, até com cílios postiços

Onde ela passa, chama atenção. Arrumada, colorida, cheia de acessórios e, acredite, até com cílios postiços, ela em nada se parece com uma Kombi tradicional. Foi com o veículo personalizado que a manicure Gislene Silva, 41 anos, reinventou a carreira e passou a atender em diferentes bairros de Jacareí (SP).

Foto: Reprodução/TV Vanguarda

A necessidade de se reinventar profissionalmente surgiu no fim de 2018, após mais de dez anos atendendo clientes em domicílio.

“Eu comecei a sentir esse cansaço, era sol, chuva, trânsito, eu queria parar um pouco mais. Mas eu amo o que eu faço e não poderia parar a minha profissão. Quando eu vi a ideia da Kombi, pensei em pegar lugares fixos perto das clientes”, explica.

Com isso, ela decidiu vender o próprio carro e fez um empréstimo de R$ 7 mil no Banco do Povo, para comprar e reformar a Kombi. A empreendedora, ainda conta que foi buscar referências na internet e com especialistas, para chegar ao modelo de negócio que desejava.

 

Por dentro do carro, há bancos, mesas e ar condicionado para acomodar as clientes. Com o veículo, Gislene atende em pontos fixos nos bairros da cidade. Em um deles, no bairro Vila Branca, fez parceria com uma padaria para ficar no estacionamento do local em alguns dias da semana.

Novos planos

Há cerca de um ano rodando com o “salão-móvel” por Jacareí, a Gislene já comemora o sucesso do negócio e faz novos planos - também motorizados.

“Acredito eu que até dezembro venha o trailer aí, que é um novo investimento. Mas, a ideia é continuar com a Kombi. O trailer é pra dar um apoio, seria pra ficar na Vila Branca e a Kombi vai rodar nos bairros”, conta a empreendedora.

De Kombi ou de trailer, a Gislene tem planos de ir ainda mais longe e franquear o negócio. “Eu pretendo daqui alguns anos sair dessa parte de muito trabalho, quero gerenciar o negócio, abrir franquia. Eu já imaginei umas quatro ou cinco. Vamos pra frente”.

 

 

 

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