Tapa disfarçado de verbos e substantivos

A Revista DaGente começa a semana mencionando um assunto que tem sido pauta quase que diário nos jornais do Brasil: a violência contra a mulher

Revista DaGente começa a semana mencionando um assunto que tem sido pauta quase que diário nos jornais do Brasil: a violência contra a mulher. Vale relembrar que durante todo o mês de agosto, é trabalhado o 'Agosto-Lilás' que tem como objetivo conscientizar a sociedade que feminicídio é real e precisa ser combatido todos os dias.

Muito é mostrado que a violência está quando o companheiro ou ex-companheiro levanta a mão para a mulher, quando a empurra, dá um tapa em seu rosto, um puxão de cabelo. No entanto, essas são apenas algumas formas de violência. Existem covardes que agridem também com verbos e substantivos.

Ou seja, com palavras, diminuem a esposa, a namorada, enfim, a companheira. Por exemplo, já escutou alguma a frase, "você não me conhece, não sabe do que sou capaz"?. Pois bem! Embora pareça ser 'simplesmente' uma oração mencionada durante uma discussão de casal, é na verdade, uma agressão verbal.

Engana-se quem pensa que a violência acontece quando há vias de fato ou xingamentos. Muitas vezes, são usadas palavras mais 'requintadas' para diminuir a mulher, ou então ações, como por exemplo, quando o autor impede que a vítima trabalhe, use determinada roupa, tenha celular, converse com outras pessoas, em alguns casos, as vítimas são proibidas de conversar até mesmo com os próprios familiares.

A luta contra o feminicídio é diária e não pode parar nunca. Se você vive ou conhece alguém nesta realidade, pode denunciar através da DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher), que em Dourados, fica localizada na Rua Projetada B, Vila Bela – 820.

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